•
Nomes populares: Linhaça, linho.
•
Nome científico: Linum usitatissimum
•
Família: Linaceae
•
Origem: Europa e Ásia
•
Parte utilizada: Sementes

PRINCÍPIOS
ATIVOS:
•
Mucilagens (Ácido galacturónico,
7 a 12%);
•
óleo gordo (cerca de 40% de ácidos
gordos insaturados – ômega 3 e ômega
6);
•
proteínas (cerca de 23%);
•
lignanas (isolaricirresinol, pinorresinol, secoisolaricirresinol
e matairresinol);
•
sais minerais e
•
heterósidos cianogenéticos (linamarina,
linustatina e nicolenustatina).
•
Destaque para a presença de uma enzima
chamada de linamarase.
LINHAÇA
E COMISSÃO E (ALEMANHA)
A
Comissão E Alemã corresponde a
Agencia Nacional de Vigilância Sanitária
(ANVISA), do Brasil.
Em
monografia da Comissão E Alemã
é indicada a semente de linhaça
para:
1.
Constipação crônica;
2.
Irritação do cólon;
3.
Diverticulite e
4.
Como cataplasma para processos inflamatórios
locais.
LINHAÇA
E OS FITOHORMÔNIOS
“As
sementes de linhaça possuem o diglucóside
secoisolaricirresicol que pela ação
das bactérias da flora intestinal origina
duas ligninas com propriedades estrogênicas,
o enterodiol e a enterolactona.” (Cunha,
2007).
Contudo,
em outra obra encontra-se uma referência
de que esta ação é fraca.
Veja: “A semente de linho contém
lignanos, que exibem fraca atividade estrogênica.”
(Feltrow, 2000).
CUIDADOS
ESPECIAIS
A
linamarina é hidrolisada nos intestinos
e libera o ácido cianídrico. Embora,
há pouco risco de intoxicação,
mas, o ácido cianídrico é
altamente tóxico.
Observação:
a ingestão da semente íntegra
não é liberada a linamarina. Observar
que a linamarase potencializa a liberação
do ácido cianídrico.
CONTRA-INDICAÇÕES
A
semente de linhaça é contra-indicada
para os seguintes casos:
1.
Estenose esofágica, pilórica ou
intestinal.
BIBLIOGRAFIA
CONSULTADA
Cunha,
A. da Proença, et al.; PLANTAS NA TERAPÊUTICA
– FARMACOLOGIA E ENSAIOS CLÍNICOS;
Fundação Calouste Gulbenkian;
Lisboa – Portugal; 2007. Págs.
305 – 306.
Feltrow,
C. W.; Avila, J. R.; MANUAL DE MEDICINA ALTERNATIVA
PARA O PROFISSIONAL; Guanabara/Koogan; Rio de
Janeiro; 2000; págs. 457 – 460.
|